Economia do Futuro

COP Bio 2.0: detalhes do acordo e próximos passos

Melina Costa

Mobilizar 200 bilhões de dólares por ano para preservar e recuperar a biodiversidade em países em desenvolvimento até 2030 e o acordo para a criação de um “arranjo permanente” para o financiamento da biodiversidade: essas foram as principais manchetes da COP 16 da biodiversidade, que terminou em Roma no fim de fevereiro.  

Numa época em que o multilateralismo está em crise, um consenso entre mais de 150 países merece ser comemorado. Mas ainda há muito a ser feito até que essas definições saiam do papel. 

O pano de fundo das negociações são as metas ambiciosas do Marco Global da Biodiversidade, com as quais os países já se comprometeram. Um dos objetivos é proteger 30% do meio ambiente terrestre e marinho até 2030 - mas, até agora, poucos começaram a se mobilizar para que isso seja atingido. 

Neste episódio, eu converso com Giuliane Bertaglia, pesquisadora na consultoria Agroicone que acompanhou, em Roma, o desenrolar da COP. Ela conta o que aconteceu por lá e quais são os próximos passos.



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